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BTG lança fundo que investe 100% do patrimônio em bitcoin

PUBLICADO EM: 17.5.21 | 9H56
ATUALIZAÇÃO: 18.5.21 | 10H51
Novo produto oferecido pelo banco de investimentos traz ao mercado fundo com exposição total ao ativo. Entendas as vantagens e como investir

Resumo do investidor

1. É o primeiro fundo de investimentos de um banco brasileiro com alocação de 100% do portfólio em bitcoin; 2. Produto está disponível para os investidores qualificados. Valor mínimo de aplicação de 1.000 reais; 3. Há também fundo lançado em abril que está disponível para todos os clientes do banco.

Imagem gráfica de bitcoin

Banco lança primeiro fundo de um banco brasileiro com alocação de 100% do portfólio em bitcoin (Getty Images/Science Photo Libra)

Foto de Vanessa Daraya da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Vanessa Daraya

Repórter da EXAME especializada em finanças e negócios. Jornalista formada pelo Mackenzie, com passagens pela Editora Abril e Grupo Globo.



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O BTG Pactual (BPAC11) lança nesta segunda-feira, 17, o primeiro fundo de investimentos de um banco brasileiro com alocação de 100% do portfólio em bitcoin. O objetivo é expandir as opções de produtos atrelados ao criptoativo para quem deseja diversificar a carteira de maneira simples e segura e ainda expor o patrimônio às possíveis valorizações da moeda.

O BTG Pactual Bitcoin 100 FIC FIM está disponível para os investidores qualificados na plataforma do BTG Pactual digital, com valor mínimo de aplicação de 1.000 reais. O ativo é isento de taxa de performance, tem taxa de administração de 0,50% ao ano e liquidez D+4 (quatro dias úteis após a solicitação).

“O lançamento representa a continuidade do trabalho do BTG Pactual em desenhar produtos lastreados em bitcoin”, afirma Will Landers, head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, responsável pela gestão do fundo. “É um passo importante de nossa estratégia de oferecer produtos que dão aos clientes novas possibilidades de diversificação de carteira”, complementa.

Fundos de investimento em bitcoin

O lançamento do BTG acontece cerca de um mês após o lançamento do BTG Pactual Bitcoin 20 Fundo de Investimento Multimercado, acessível a todos os clientes do banco.

O produto funciona como um fundo de investimento multimercado ou de ações. Ele tem em sua composição 20% de bitcoin e 80% em renda fixa. Deste volume, 55% é alocado em títulos do Tesouro Selic, 20% em Certificados de Depósito Bancário (CDB) e 5% em operações compromissadas.

O percentual de alocação na criptomoeda segue uma regra da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A autarquia permite o investimento integral em bitcoin apenas para fundos destinados a pessoas físicas ou jurídicas com mais de 1 milhão de reais investidos. Ou para investidores profissionais, com mais de 10 milhões de reais aplicados.

Como forma de minimizar o impacto ambiental e as preocupações sobre o consumo energético do bitcoin, ambos os fundos são "carbon free". Ou seja, o banco compra créditos de carbono para compensar o impacto da mineração das criptomoedas do fundo.

 

Por que investir em fundo de bitcoin?

Seja com 20% ou 100% de exposição ao bitcoin, ambos oferecem boas opções para quem deseja expor o patrimônio à valorização do mercado das criptomoedas, sem ter de se preocupar com o melhor momento de compra ou venda ou com a custódia dos ativos – o que acontece com quem negocia por meio das exchanges, corretoras especializadas nisso. A gestão do fundo fica responsável por tomar as decisões de alocação por você.

A estratégia ajuda ainda a proteger a carteira contra a desvalorização de ativos cujos preços variam de acordo com o humor dos investidores ou políticas macroeconômicas. Diante do cenário econômico e político do Brasil, por exemplo, alocar parte do patrimônio em um fundo de bitcoin pode ser uma decisão estratégica.

Diversifique sua carteira. Abra sua conta e invista em bitcoin com ajuda dos especialistas do BTG Pactual digital.

 

Foto de Vanessa Daraya da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Vanessa Daraya

Repórter da EXAME especializada em finanças e negócios. Jornalista formada pelo Mackenzie, com passagens pela Editora Abril e Grupo Globo.


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