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Recomendações de small caps do BTG para maio

PUBLICADO EM: 6.5.21 | 7H37
ATUALIZAÇÃO: 6.5.21 | 10H19
Analistas do banco fizeram uma alteração na carteira, que sugere mensalmente as melhores estratégias de investimento e oportunidades em empresas com menor valor de mercado

Resumo do investidor

Por que isso é importante: 1. Carteira apresentou uma alta de 8,7%, ante 4,4% do SMLL e 1,9% do IBOV; 2. Empresa de soluções para transporte voltou para o portfólio; 3. Favorita dos analistas é uma companhia de logística.

Painel; Bolsa; iBovespa; B3

Foto de Vanessa Daraya da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Vanessa Daraya

Repórter da EXAME especializada em finanças e negócios. Jornalista formada pelo Mackenzie, com passagens pela Editora Abril e Grupo Globo.



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O BTG Pactual atualizou na segunda-feira, 3, suas recomendações de small caps para o mês de maio. Os estrategistas do banco colocaram na carteira a Randon (RAPT4), empresa de soluções para transporte, que havia saído da carteira em abril.

A carteira do BTG busca capturar as melhores oportunidades do mercado de small caps brasileiro. Ela reúne cinco ativos com um valor de mercado de até 15 bilhões de reais, tendo como benchmark o índice de small caps da B3 (SMLL).

No mês de abril, a carteira apresentou uma alta de 8,7%, ante 4,4% do SMLL e 1,9% do Ibovespa (IBOV). Desde julho de 2010, a rentabilidade acumulada é de 2.514,9%, ante 156,4% do SMLL e 95,0% do IBOV.

Alteração na carteira

A Randon entra no lugar da Locaweb (LWSA3), que garantia uma exposição na carteira ao e-commerce brasileiro. No relatório, os analistas destacam que a expectativa é de bons resultados com a Randon no primeiro trimestre e de uma demanda de veículos pesados para 2021 mais resiliente.

A manutenção dos volumes agrícolas e da retomada de importantes segmentos compradores, como infraestrutura e construção, devem movimentar o setor.

Há otimismo também no longo prazo com o foco persistente em automação, iniciativas de inovação lançadas pelo CEO, uma margem Ebitda estruturalmente mais alta, entre outros fatores. São pontos fortes que combinam com um nível de valuation atraente de 11,6x P/L (índice Preço/Lucro) em 2021.

Mas a compra favorita dos analistas é a empresa de logística Santos Brasil (STBP3). Entre os motivos, há expectativa de bons resultados no primeiro trimestre, impulsionada por uma sólida melhoria operacional.

O ambiente regulatório também foi aprimorado para a indústria portuária, houve aumento no movimento nos terminais nos últimos meses e uma melhor dinâmica competitiva em Santos. Isto possibilitou a retomada do ajuste dos preços e a renovação do contrato com Maersk, maior cliente da empresa.

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Vanessa Daraya

Repórter da EXAME especializada em finanças e negócios. Jornalista formada pelo Mackenzie, com passagens pela Editora Abril e Grupo Globo.


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