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Hortas urbanas: a nova aposta do iFood em alimentação saudável

PUBLICADO EM: 24.8.21 | 16H44
ATUALIZAÇÃO: 25.8.21 | 10H36
Empresa instala horta em sua sede capaz de produzir 1,7 tonelada de alimentos que serão doados a 3 mil famílias. Projetos semelhantes serão levados a escolas e comunidades
Escritorio do Ifood em Osasco SP

Escritório do iFood em Osasco: empresa instalou uma horta de 950 m2 no sétimo andar da sua sede (Leandro Fonseca)

Imagem da Editoria Exame Invest
Rodrigo Caetano

Repórter ESG| rodrigo.sabo@exame.com



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Duas escolas na zona leste de São Paulo passaram a produzir parte dos alimentos usados na merenda escolar. A Escola Municipal de Educação Fundamental Achilles de Oliveira Ribeiro e a Escola Estadual Professor Alfredo Ashcar, que atendem 1.700 crianças, agora contam com hortas urbanas de alimentos orgânicos. A iniciativa está sendo viabilizada pela ONG Cidade Sem Fome e pelo aplicativo de entregas iFood.

O objetivo do projeto é promover o cultivo de alimentos orgânicos nas cidades, prática de agricultura sustentável que tem um duplo benefício: consumo local e geração de renda. “Elas ocupam pouco espaço e produzem em larga escala”, afirma João Barreto, diretor de planejamento e sustentabilidade da companhia. “Também viabilizam a venda direta do produtor ao consumidor e que as crianças aprendam sobre agricultura sustentável.”

As duas hortas em São Paulo são parte de um projeto piloto, que a empresa pretende estender para outros estados. No Rio de Janeiro, foi instalada uma horta na sede da ONG Ação da Cidadania, no Morro da Providência. Ela será destinada à produção de alimentos para a comunidade e também servirá de horta-escola.

Telhados podem abrigar hortas urbanas

Em outra frente, o iFood firmou uma terceira parceria com a foodtech Begreen para instalar uma horta no prédio da companhia, em Osasco, na Grande São Paulo. A plantação ocupa uma área de 950 m2, no sétimo andar do edifício.

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A fazenda urbana produzirá 1,7 tonelada de hortaliças, frutos e legumes orgânicos, produção que será doada a cerca de 3.000 famílias cadastradas no Banco de Alimentos de Osasco. A primeira colheita está marcada para esta semana.

Um sistema de climatização digital permite fazer o controle remoto das condições de temperatura e umidade na estufa. A iluminação das bancadas foi projetada em parceria com a empresa de energia AES Tietê e o Centro Suíço de Eletrônica e Microtecnologia (CSEM Brasil). O cultivo é feito por meio da hidroponia, no qual as raízes se desenvolvem na água. Para economizar espaço, a horta é disposta na posição vertical.

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