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ESG

Para a Electrolux, futuro verde depende de mudar como se lava roupas

PUBLICADO EM: 5.6.21 | 8H00
ATUALIZAÇÃO: 4.6.21 | 19H17
Empresa tem apostado em eletrodomésticos inteligentes, que agridem menos as roupas e fazem a comida durar mais
Máquinas de lavar

(Getty Images)

Imagem da Editoria Exame Invest
Victor Sena

Repórter da Exame



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A casa do futuro, para a Electrolux, gasta menos água, energia e os eletrodomésticos ficam com boa parte do trabalho de prevenir os desperdícios.

Com essa mentalidade, a empresa conseguiu reduzir as emissões de CO2 de seus produtos em uso nas casas em cerca de 20% desde 2015. No lado de dentro da empresa, a redução de emissões de gases são ainda maiores, de 70%.

Entre as mudanças nas novas linhas de produtos que têm ajudado a empresa a promover a reduzir a emissão de CO2 pelo lado dos clientes estão máquinas de levar que não agridem as roupas e geladeiras com apitos de abertura de portas.

As mudanças podem parecer simples, mas de acordo com João Zeni, diretor de Sustentabilidade para a América Latina da marca, são esses ajustes que quando são acumulados garantem as reduções.

As máquinas de lavar mais modernas, como o modelo lava&seca LSW11, já vem com uma tecnologia que analisa o nível de sujeira da água e otimiza o ciclo para lavar, secar e cuidar perfeitamente da roupa.

Um dos aperfeiçoamentos da máquina dilui o sabão e amaciante antes que eles entrem em contato com a roupa, garantindo assim 40% menos desbotamento dos tecidos, de acordo com a empresa.

Essa perspectiva vai ao encontro de uma tendência de mercado que a empresa já percebeu, de acordo com João Zeni: as pessoas estão mais preocupadas com a durabilidade das peças e a própria moda ficado menos "fast".

As novas geladeiras da empresa também estão com tecnologias que tem perspectiva de gerar um impacto verde. Isso porque a empresa está preocupada com refrigerados que contribuam para a preservação dos alimentos.

No lado da fábrica, há um pensamento que é principalmente de reduzir o volume de plástico utilizado no desenvolvimento dos eletrodomésticos.

“Dentro de operações, a gente tem redução de 70% que foi possível devido à redução e uso de combustíveis fósseis e consumo de energia. Hoje, nossas fábricas no Brasil já tão rodando 100% com energia renovável. E a gente fez isso através de compra de certificado de energia renovável”, explica João Zeni, diretor de Sustentabilidade da empresa.

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