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5 dicas antes de investir na renda fixa

A renda fixa é um dos investimentos mais populares e é presença obrigatória na carteira até de quem possui perfil arrojado, dada a necessidade de diversificação e de proteção de parte do patrimônio. Mas é preciso ficar atento a pontos como entender os riscos e saber quais as taxas e os tributos antes de investir.

Para o investidor que vai começar a colocar parte de seu dinheiro em ativos da renda fixa, vale ficar atentos a essas dicas que vamos apresentar a seguir:

Como não perder dinheiro em tempos de crise 

  1. Pesquise e compare: Diferentemente do que muitas pessoas podem pensar,inves, como debêntures emitidas por empresas privadas. É fundamental fazer a comparação de aspectos fundamentais como rentabilidade, prazos, tributação e taxas e histórico do emissor do ativo antes de escolher o ativo para investir.
  2. Atenção às taxas e aos tributos: Com a queda da taxa básica de juros para 2% ao ano, o menor patamar da história, a rentabilidade de ativos de renda fixa também diminuiu de forma geral. Cada desconto faz muita diferença. Fique atento às alíquotas de Imposto de Renda e a eventuais taxas de administração.
  3. Entenda quais os riscos: Uma das principais vantagens da renda fixa é a segurança. Mas isso não significa que todas as aplicações em renda fixa sejam seguras. Existem as que possuem uma garantia maior do emissor, como títulos do Tesouro Direto, vendidos pelo governo federal; existem as garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), como é o caso dos CDB (Certificado de Depósito Bancário). Avalie o que faz mais sentido para você.
  4. Diversificação é importante: Mesmo dentro da mesma categoria de ativos pode fazer sentido o famoso ditado "Não coloque todos os ovos na mesma cesta". Se você tem recursos na renda variável, será importante proteger uma parcela do patrimônio com ativos de renda fixa. Se você tem perfil conservador e prefere deixar tudo na renda fixa, terá a opção de montar uma carteira com ativos mais seguros, como títulos do Tesouro Direto, e outros que podem render um pouco a mais, como Letras de Crédito Imobiliário (LCI) ou debêntures.
  5. Atenção aos prazos de resgate: A renda fixa é a principal recomendação para a formação da reserva de emergência, aquele fundo destinado a cobrir despesas inesperadas como um acidente pessoal ou familiar ou a perda do emprego. Por essa razão, fique atento ao prazo determinado pela instituição que vendeu o ativo para que você possa reaver o seu dinheiro em caso de necessidade imediata.

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