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Como começar a investir
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Como começar a investir? Aprenda em 7 passos

Começar a investir pode parecer desafiador, especialmente quando as pessoas parecem falar uma língua que você não entende nem consegue acompanhar, com siglas e termos como CDI, CDB, LCI, FIIs, benchmark, NTN-B e por aí vai.

Alguns mitos relacionados ao mundo dos investimentos tampouco ajudam, como a máxima de que é preciso ter muito dinheiro para investir ou que investir é sempre muito arriscado. A falta de conhecimento na área de educação financeira e o medo de perder dinheiro se tornam verdadeiros obstáculos.

Mas deixar esses tabus de lado e dar os primeiros passos para investir é mais simples do que parece: tudo se inicia no autoconhecimento, que podem ser simplificados em 7 etapas fáceis e práticas.

7 passos para começar a investir

 

1. Saiba como organizar as finanças

O primeiro passo para começar a investir é saber como organizar as finanças, com base nas contas fixas. Saiba exatamente quanto entra de salário e outras fontes de renda; e quanto sai com as despesas do mês.

Mantenha um controle, seja por caderno ou planilhas, de item a item, categoria por categoria. Este é o caminho para evitar dívidas e, consequentemente, ter uma noção de se é possível guardar dinheiro no fim do mês e de quanto.

2. Pense em investimento a curto, médio e longo prazo

Quais são seus sonhos? Estabeleça objetivos baseados em metas de curto prazo (como jantar em um restaurante), de médio prazo (uma viagem) ou de longo prazo (mudar de casa ou guardar dinheiro para a aposentadoria).

A partir das metas defina os valores que você pretende gastar em cada tipo de investimento e em quanto tempo pretende alcançá-los.

3. Calcule quanto precisa investir

Saber de quanto dinheiro você vai precisar e qual o intervalo de tempo que terá até a data de objetivo vai permitir que você consiga estabelecer um plano de voo realista para concretizar cada meta.

4. Ajuste suas contas com as metas

Nem sempre o que você consegue guardar no fim do mês é suficiente para alcançar o objetivo a que se propôs. A partir daí será necessário ajustar as metas (valores e prazos) e as condições para alcançá-las (como cortar gastos ou buscar um rendimento maior).

5. Aprenda conceitos básicos sobre investimento

Se você realmente quer saber como começar a investir é preciso buscar informações relevantes e entender como funcionam as principais aplicações (como renda fixa, renda variável, fundos, ações, etc.).

Ter esse conhecimento é fundamental para fazer escolhas adequadas de investimento. Uma dica é recorrer à EXAME Academy, a plataforma de educação digital da EXAME. Por lá é possível encontrar cursos de níveis básicos a avançados, em uma linguagem fácil e acessível. Ao final de cada módulo você terá adquirido habilidades essenciais e, assim, poderá moldar o próprio futuro com base nos melhores investimentos para seus objetivos.

6. Descubra seu perfil de investidor

Você já deve ter ouvido falar por aí sobre investidor conservador, moderado e agressivo, não é mesmo? Esses são possíveis resultados ligados à descoberta de seu perfil de investidor.

Isso significa entender qual o nível de risco que você está disposto a correr, conforme os recursos disponíveis para investimento para alcançar os seus objetivos. A partir dessa informação é possível, então, fazer escolhas condizentes com o perfil e ter uma melhor assertividade quanto a quando, como, quanto e onde investir.

7. Saiba como escolher uma corretora ou banco

Cumpridas as seis etapas acima, é hora de escolher uma corretora ou um banco que possa te ajudar com a orientação financeira necessária para que você escolha os investimentos adequados aos seus objetivos e perfil.

Qual a diferença entre investir e poupar?

 

Ao começar a investir, um dos primeiros conceitos que se deve aprender é a diferença entre poupar e investir. Estes termos, muitas vezes, acabam sendo indevidamente tratados como se fossem sinônimos. E não são.

Enquanto poupar significa economizar, investir é a forma de fazer o dinheiro trabalhar por conta própria, ampliando o potencial de multiplicação do patrimônio do investidor.

Poupança é um investimento?

As tradicionais cadernetas de poupança não são consideradas um investimento, porque são tidas mais como uma fonte para economia e não para aumento considerável do capital investido. O dinheiro depositado na poupança atualmente mal consegue superar a variação da inflação, o que se traduz em deixar o dinheiro parado perdendo valor.

Deixar dinheiro na poupança é seguro?

Apesar da poupança ter um risco baixo, ela não é totalmente segura. Como o dinheiro fica aplicado em um banco, caso ele quebre é possível perder dinheiro - principalmente se você tiver uma quantia superior a R$ 250 mil.

Mesmo para quem busca a poupança pensando na segurança é importante saber que existem alternativas. Há muitos investimentos de renda fixa com rendimentos superiores ao da poupança e níveis de segurança semelhantes.

É o caso de alguns títulos do Tesouro Direto, que são considerados seguros porque são emitidos pelo governo. Por essa razão, são muito utilizados para investidores que estão montando a reserva de emergência: valor que está investido, mas pode ser rapidamente resgatado em caso de uma emergência médica ou a perda do emprego, por exemplo.

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