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Quais os custos para investir na bolsa de valores?

Ao investir em ações é preciso considerar não só os preços dos ativos mas também os custos relacionados: são a taxa de corretagem, cobrada por algumas corretoras pela intermediação, a taxa de emolumentos, cobrada pela B3, e a taxa de custódia. O Imposto de Renda também pode ser cobrado, dependendo do tipo de operação.

Vamos explicar cada uma delas a seguir:

Corretagem

A taxa de corretagem é uma cobrança feita pela corretora utilizada para a negociação de ações. Essa cobrança pode ser um valor fixo, que varia entre 10 reais a 20 reais, ou uma porcentagem sobre o valor da transação. 

Como o valor pode ser fixado por cada corretora, algumas dessas instituições optaram por zerar essa cobrança para os clientes. 

Taxa de custódia na renda variável

A taxa de custódia é mais uma taxa cobrada pela corretora ou instituição financeira para a manutenção de ações ações ou títulos públicos e serve para cobrir gastos da própria corretora com a B3. 

Algumas corretoras, no entanto, também zeraram essa cobrança para seus clientes. 

O que é a taxa de emolumentos?

A B3 cobra algumas taxas fixas e específicas para negociação de ações, BDRs, ETFs e Fundos de Investimento em ações. Os emolumentos, como são chamados os ganhos da B3 com transações no mercado, são um desses custos. São cobradas duas taxas: a de negociação e de liquidação. 

No caso da taxa de negociação, a taxa é de 0,003219% e o percentual é cobrado sobre o valor financeiro da operação e de cada investidor.

A taxa de liquidação tem o custo de 0,0275% para pessoas físicas e 0,02% para fundos de investimento e esse percentual também é cobrado sobre o valor financeiro da operação.

IR na renda variável

Se o investidor realizar operações na bolsa de até 20.000 reais no mês, ele fica isento de pagamento de Imposto de Renda. Mas, caso sejam realizadas vendas acima de 20.000 reais e caso haja lucro, o investidor deverá recolher o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) até o último dia útil do mês subsequente. 

Mas isso é apenas no caso de o investidor não ser day trader. Para quem realiza operações na modalidade de day trade, a cobrança de Imposto de Renda de 20% incide sobre todo o lucro obtido no mês. A própria corretora por onde foram negociadas as operações já retém uma parte desse valor mas o investidor precisa pagar o restante através de um Darf até o último dia útil do mês subsequente.

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