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Abertura de mercado: como fica o setor aéreo se a Azul comprar a Latam?

PUBLICADO EM: 26.11.21 | 9H54
Prazo para alcançar um plano de reestruturação se esgota nesta sexta, abrindo espaço para uma oferta pública
Latam; Aeroporto; Avião; Congonhas; abastecendo; combustível

Azul é conhecida por ser um player interessado na Latam Foto: Germano Lüders/EXAME

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Da Redação

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O prazo para que a chilena Latam Airlines chegue a um plano de reestruturação de dívida com seus credores se esgota nesta sexta-feira, 26, deixando a porta aberta para que a companhia aérea brasileira Azul (AZUL4) transforme seu interesse pela concorrente em uma oferta pública.

A avaliação é dos analistas do BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME). Em relatório, os analistas destacam que os credores podem votar planos de reestruturação de terceiros após o final do prazo. “A Azul é conhecida por ser um player interessado e esperamos que a proposta da empresa se torne pública em breve, portanto deixando a decisão nas mãos dos credores”, afirmam.

O relatório destaca que ainda que existe pouca visibilidade sobre seus impactos financeiros que a Azul pode ter na operação, o que colocaria a concorrente Gol (GOLL4) como uma beneficiária indireta. 

“Saindo um player concorrente do mercado, se fortalecem os que sobram, no caso a Azul e a Gol. A questão é que a Azul teria o impacto financeiro da compra, ainda mais considerando que as empresas aéreas sofreram bastante recentemente com a queda de demanda e a alta do dólar”, avalia Luiz Temporini, do BTG Pactual digital, no programa Abertura do Mercado desta sexta-feira, 26.

Assista ao programa completo aqui:

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