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BTG Pactual lança fundo de bitcoin acessível a partir de 1 real

PUBLICADO EM: 5.4.21 | 11H05
ATUALIZAÇÃO: 5.4.21 | 21H34
O primeiro fundo de bitcoin de um banco de investimento do país está disponível para todos os clientes da plataforma digital. Entenda as vantagens e como investir

Vanessa Daraya

Repórter da Exame



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O BTG Pactual (BPAC11) lançou nesta segunda-feira, 5, o primeiro fundo de bitcoin de um banco de investimento do país. A proposta do banco com a novidade é tornar o investimento na criptomoeda — que, segundo especialistas, tem grande potencial de valorização — em algo acessível, simples, seguro e rápido.

O BTG Pactual Bitcoin 20 Fundo de Investimento Multimercado está disponível para todos os clientes do BTG Pactual digital a partir de agora, com valor mínimo de 1 real para investimento. O ativo é isento de taxa de performance, tem taxa de administração de 0,50% ao ano e liquidez D+3 (três dias úteis após a solicitação).

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“Queremos aproveitar toda robustez, tecnologia e estrutura bancária que o BTG Pactual já possui para oferecer vantagem competitiva e democratizar o investimento em bitcoin, moeda que mais cresce dentro do segmento de criptomoedas, e com um produto mais acessível em termos de custo para o investidor”, afirma Will Landers, head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, responsável pela gestão do fundo.

O fundo tem em sua composição 20% de bitcoin e 80% em renda fixa. Deste volume, 55% é alocado em títulos do Tesouro Selic, 20% em Certificados de Depósito Bancário (CDB) e 5% em operações compromissadas.

O percentual investido em bitcoin segue uma regra da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A autarquia que regula o mercado permite o investimento integral em criptomoedas apenas para fundos destinados a pessoas físicas ou jurídicas com mais de 1 milhão de reais investidos. Ou para investidores profissionais, com mais de 10 milhões de reais aplicados.

O dinheiro da nova década

 

O anúncio do BTG acontece 72 horas após o último episódio da série ‘Simplificando: o dinheiro da nova década’, apresentada por Nicholas Sacchi, especialista em criptoativos e coordenador do Future of Money, um portal exclusivo da EXAME dedicado ao tema.

Ao longo dos três episódios, Sacchi explicou a história do bitcoin, como a criptomoeda funciona, o conceito de blockchain e o motivo de tanto sucesso. Diferentemente do euro e do dólar, por exemplo, o bitcoin tem um limite de unidades de 21 milhões. Ou seja: há uma grande escassez na oferta.

Ele também esclarece na série que existem três formas de comprar bitcoin no Brasil. A primeira é diretamente em uma corretora de criptomoedas, o que exige cuidado para ter certeza de que a escolhida é regulada pelas autoridades financeiras. A segunda é a modalidade conhecida como peer to peer, em que uma pessoa transfere bitcoins diretamente para outra e recebe seu pagamento.

A terceira é por meio de um fundo de investimento especializado. Funciona como em fundos multimercado ou de ações, em que há um gestor responsável. São cobradas taxas de administração e, em alguns casos, de performance, de acordo com a valorização do fundo ao longo do tempo. Baseado nesta opção mais simples e prática, ele trouxe a notícia do lançamento do BTG Pactual Bitcoin 20 FIM.

O fundo é recomendado para investidores com perfil moderado ou arrojado. Portanto, apesar da liquidez alta, a recomendação de Sacchi é não investir mais do que 10% do patrimônio em bitcoin, de acordo com o perfil e os objetivos da pessoa. “Um conselho: quanto mais cedo você fizer seu primeiro aporte, mais provável que você capture as valorizações do BTG Pactual Bitcoin 20 FIM”, finaliza o especialista no vídeo.

 


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