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Casas Bahia em Wall Street: a fintech do crediário que vale US$ 31 bi

PUBLICADO EM: 25.2.21 | 15H28
ATUALIZAÇÃO: 25.2.21 | 15H34
Startup Klarna deve receber rodada de US$ 1 bilhão, levando ao valuation citado; empresa sueca é especializada em viabilizar compras com pagamento parcelado, algo raro nos EUA

(Getty Images)

Foto de Marcelo Sakate da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Marcelo Sakate

Editor da EXAME Invest, jornalista com MBA em Mercado de Capitais e passagens por Folha de S. Paulo, Veja, 6 Minutos (C6 Bank) e CNN Brasil | marcelo.sakate@exame.com



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O que o rapper Snoop Dogg e o empreendedor chinês Jack Ma têm em comum? Além de muitos milhões de dólares na conta bancária, é claro (no caso de Ma, são bilhões)? Ambos são investidores da nova fintech sensação no mundo financeiro e em Wall Street: é a startup sueca Klarna.

A fintech considerada revolucionária está para fechar uma rodada de capitalização de 1 bilhão de dólares, de acordo com diferentes sites especializados, como a CNBC. É uma rodada que, se confirmada, levará o valuation para a casa de 31 bilhões de dólares (cerca de 170 bilhões de reais). A rodada fará da Klarna a fintech mais valiosa da Europa. Valerá mais do que o Santander Brasil (SANB11), com seus 150 bilhões de reais.

E o que a Klarna faz de tão disruptivo? Ela permite que consumidores façam compras e possam pagar de forma parcelada ao longo do tempo, em prestações "sem juros". Parece familiar? Sim, o mundo desenvolvido acaba de descobrir o famoso crediário, tão consagrado pela família Klein à frente da Casas Bahia há algumas décadas.

A Klarna não é a primeira a fazer isso: em janeiro, outra startup, a Affirm, realizou um dos IPOs mais badalados de 2021 na Nasdaq, sendo avaliada na estreia em 12 bilhões de dólares. As ações dispararam e dobraram de valor no primeiro dia de negociação. A alta chegou a quase 200% duas semanas atrás, antes de ceder para os atuais 85% de alta.

A Affirm foi fundada em 2013 pelo empreendedor serial Max Levchin, um dos cofundadores do PayPal. Tem acordos com mais de 6.500 varejistas nos Estados Unidos, entre eles o Walmart e a Peloton, para viabilizar a venda de produtos com pagamento parcelado.

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