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Intenção de comprar imóvel segue em alta entre os brasileiros

PUBLICADO EM: 12.2.21 | 6H17
ATUALIZAÇÃO: 11.2.21 | 18H34
Entre aqueles que pretendem adquirir um imóvel, metade dos respondentes (51%) se declarou indiferente entre um imóvel novo e um imóvel usado
Imóveis em São Paulo

Intenção de compra: entre os que pretendiam comprar imóveis, a maioria tem como principal objetivo destinar o imóvel para moradia

Foto de Karla Mamona da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Karla Mamona

Repórter da Exame



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O desejo da casa própria segue em alta pelos brasileiros. É o que aponta a pesquisa Raio-X FipeZap, que avalia a demanda por imóveis no quarto trimestre do ano passado. Pelos dados, 47% dos respondentes afirmaram que tinham a intenção de adquirir imóvel nos próximos 3 meses (sendo, por tal razão, classificados como compradores em potencial). O percentual se manteve praticamente inalterado em relação ao recorde histórico alcançado no trimestre anterior da pesquisa (48%), superando a média histórica, que é de 37%. 

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Entre aqueles que pretendiam adquirir um imóvel nos próximos 3 meses, metade dos respondentes (51%) se declarou indiferente entre um imóvel novo e um imóvel usado. 

Entre os que pretendiam comprar imóveis, a maioria tem como principal objetivo destinar o imóvel para moradia, com 86% das respostas. Por outro lado, 14% dos respondentes deste grupo classificaram sua intenção de compra como investimento, com especial interesse na obtenção de renda de aluguel (75%).

Comprar para investir

Ao avaliar o perfil de investidores no 4º trimestre, os dados apontam que respondentes do gênero masculino formavam a maioria em todos os grupos, especialmente entre investidores que adquiriram imóveis recentemente (68%). 

Em termos de faixa etária, respondentes com 41 anos ou mais predominavam entre os grupos, com destaque entre proprietários (86%) e investidores potenciais (85%). 

Em relação à renda, entre os grupos, a maior renda mensal, 58% tem renda superior a R$ 10 mil, ao passo que os investidores potenciais se destacaram entre os grupos estudados pelo seu menor poder aquisitivo, sendo 48% dos respondentes com renda igual ou inferior a R$ 10 mil. 

Foto de Karla Mamona da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Karla Mamona

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