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No radar: PIB da China, feriado nos EUA e o que mais move o mercado

PUBLICADO EM: 18.1.21 | 7H02
ATUALIZAÇÃO: 18.1.21 | 7H25
Bolsa da China fecha em alta, após dados superarem as estimativas; mercados ocidentais apresentam leves quedas
yuan china

China: PIB cresce 2,3% em 2020 e supera estimativas (SOPA Images/LightRocket via Gett)

Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

Repórter de mercado | guilherme.guilherme@exame.com



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PIB da China

Principal motor da recuperação econômica global, a China voltou a demonstrar sua força em dados divulgados na última noite. Único entre os principais países do mundo a registrar crescimento em 2020, o PIB da China fechou o ano com alta de 2,3%, tendo crescido 6,5% no último trimestre. Os dados ficaram acima das expectativas de aumento trimestral de 2,1% e anual de 6,1%.

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Além do PIB, também saíram os dados de produção industrial e vendas do varejo de dezembro, que tiveram respectivas altas anuais de 7,3%  e de 4,6% ((ante estimativas de 6,9% e 5,5%, respectivamente). 

Ainda que as vendas do varejo tenham decepcionado, os dados da China foram vistos como positivos, com o principal índice do mercado chinês subindo de 1,58%. O desempenho foi o melhor entre as bolsas asiáticas. Para 2021, o Fundo Monetário Internacional espera que o crescimento chinês fique em 7,9%.

Feriado nos EUA

As bolsas americanas estarão fechadas para o pregão à vista nesta segunda-feira, 18, em função do feriado de Martin Luther King. Ainda que o mercado futuro americano continue aberto, é esperado um menor volume de negociação nas bolsas globais, além de uma falta de força para movimentos mais expressivos. Nesta manhã, os principais índices futuros dos Estados Unidos apresentavam leves quedas, com os temores sobre o avanço do coronavírus no mundo contrastando com os dados da China. O movimento é acompanhado pelos índices europeus, que operam, majoritariamente, em queda.

Carrefour

A canadense Couche-Tard encerrou as negociações para uma combinação de negócios com o Carrefour. Segundo o Financial Times, pressões do governo Francês, preocupado com a segurança alimentar e o impacto no mercado de trabalho, foram cruciais para a desistência do negócio.

O valor ventilado para a operação era de 16,2 bilhões de euros, o que incluía um prêmio em relação ao preço das ações da varejista francesa. Na semana passada, quando a negociação se tornou pública, as ações do Carrefour francês subiram mais de 13%. Nesta manhã, os papéis tinham quedas superiores a 6%. O movimento deve ser acompanhado pelas ações do Carrefour Brasil na abertura do pregão na B3.

Movida compra Vox

A locadora de veículos Movida informou ter fechado um contrato de compra com a Vox, de gestão e terceirização de frotas. Segundo fato relevante divulgado pela Movida, a frota da Vox é composta por veículos leves de luxo, de passeio e de carga. Ao todo, são 1,8 mil veículos com idade média de 1,2 ano. Em 2019, a Vox teve receita líquida de 47 milhões de reais e lucro líquido de 9 milhões de reais. O valor da aquisição deve girar em torno de 89 milhões de reais, que será pago em duas vezes: 50% à vista e 50% no primeiro aniversário da transação.

Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

Repórter de mercado | guilherme.guilherme@exame.com


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