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No radar: PIB dos EUA, dados de desemprego e o que mais move o mercado

PUBLICADO EM: 28.1.21 | 7H00
ATUALIZAÇÃO: 28.1.21 | 7H24
Mercado americano ensaia mais um pregão negativo, após resultados de Apple e Tesla desagradarem; Ibovespa pode chegar ao sétimo pregão de queda
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Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

Repórter de mercado | guilherme.guilherme@exame.com



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Os índices futuros americanos recuam nesta quinta-feira, 28, após os balanços do quarto trimestre da Apple e da Tesla decepcionarem. Com os resultados divulgados após o fechamento do pregão nos Estados Unidos, as ações de ambas as empresas sofreram duras perdas no pós-mercado. No início desta manhã, os papéis da Tesla caíam 7,68% no pré-mercado e os da Apple, 4,41%. 

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No último pregão, o S&P 500 teve sua maior queda desde outubro, recuando 2,57%, com investidores realizando lucros após o índice bater recorde no início da semana. Na Ásia, as bolsas seguiram o tom do mercado americano e também fecharam no negativo. Já a bolsa brasileira não conseguiu descolar do cenário internacional e chegou a sua sexta queda consecutiva na quarta-feira, 27, renovando a maior sequência negativa desde janeiro de 2020.

PIB

Em dia de agenda cheia, o principal dado econômico fica com o PIB dos Estados Unidos, que terá a primeira prévia do quarto trimestre divulgada nesta manhã. A expectativa é de crescimento trimestral de 4,2%, dando continuidade à recuperação iniciada no terceiro trimestre, quando o PIB cresceu 33,1%

O crescimento esperado, contudo, deve ser insuficiente para fazer a economia do país fechar 2020 no azul, tendo em vista que no primeiro e segundo trimestre o PIB americano teve respectivas perdas de 5% e 31,4%. 

Desemprego

No Brasil, o mercado deve ficar atento à taxa de desemprego, que será divulgada pelo IBGE. Referente ao mês de novembro, se espera que a publicação revele leve queda do desemprego de 14,3% para 14,1%. Caso o número seja confirmado, será o terceiro mês consecutivo de recuperação. 

Por outro lado, economistas têm apontado que o mercado de trabalho brasileiro estaria em uma situação muito pior do que aparenta, já que não fazem parte da conta oficial os desalentados (que desistiram de procurar emprego por acharem que não vão conseguir).

Já nos Estados Unidos serão divulgados os pedidos semanais de seguro desemprego. As estimativas do mercado são de que haja uma leve redução dos pedidos em relação aos registrados na última semana, passando de 900.000 para 875.000. Devido ao endurecimento das medidas de isolamento no país, os números seguem ainda distantes das mínimas pós-início da pandemia de novembro, quando os pedidos chegaram a ficar abaixo de 710.000.


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