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Santander realiza venda de imóveis com até 70% de desconto

PUBLICADO EM: 25.12.20 | 8H07
ATUALIZAÇÃO: 24.12.20 | 15H21
São casas e apartamentos, com valores entre R$ 18 mil e R$ 23.752.000,00 que estão à venda por meio de leilões digitais ou venda direta
Imóveis

Imóveis: são 661 imóveis para venda online direta ou via leilões digitais

Foto de Karla Mamona da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Karla Mamona

Repórter da Exame



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Quem deseja comprar um imóvel ainda neste ano terá mais uma oportunidade. O Santander, por meio da plataforma Santander Imóveis, disponibiliza 661 imóveis para venda online direta ou via leilões digitais, com descontos que chegam até 70%. 

São casas e apartamentos, com valores entre R$ 18 mil e R$ 23,752 milhões que estão à venda. As propriedades foram disponibilizadas por meio de uma parceria com o outlet de imóveis Resale.

As ofertas estão espalhadas por todo o Brasil, sendo 427 imóveis no Sudeste, 91 no Nordeste, 84 no Sul, 39 na região Centro-Oeste e 20 na região Norte. Todos os ativos estão 100% quitados, sem nenhum tipo de dívida para quem compra.

Além da venda direta, também serão realizados leilões por três leiloeiros credenciados: Zukerman Leilões, Mega Leilões e Sold Leilões. As vendas são feitas pelo site Santander Imóveis . É importante que os interessados leiam atentamente o edital.

Cuidados ao comprar um imóvel

Quem for comprar um imóvel de leilão deve ter cuidado. O primeiro é optar por imóveis que estejam desocupados, já que muitas vezes a saída do morador da casa arrematada pode ser discutida na Justiça, mesmo que o comprador tenha em mãos uma carta de arrematação que permite solicitar a desocupação. Para ir à Justiça, o comprador do imóvel precisará contratar um advogado e precisar de uma dose de paciência, já que a data de desocupação pode demorar mais do que o esperado. 

Outra dica importante é pesquisar se o imóvel tem outras dívidas, como IPTU e taxas que deixaram de ser pagas pelo antigo morador. Os pagamentos desses débitos serão de responsabilidade do comprador. Vale lembrar que a compra de um imóvel implica arcar com o pagamento de outras despesas, como a taxa de registro em cartório, o imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITBI). 

É fundamental também avaliar a forma de pagamento do imóvel determinada no edital do leilão. Muitos leilões não permitem, por exemplo, a utilização do FGTS no pagamento do imóvel arrematado. Também é necessário pagar ao leiloeiro uma comissão adicional de 5% do valor do lance no ato da arrematação. Por outro lado, muitas vezes é possível obter descontos de até 10% se o pagamento for feito à vista. Em geral, é necessário arcar com um sinal correspondente a 30% do valor do imóvel e o saldo devedor pode ser dividido em diversas parcelas. Alguns leilões permitem o financiamento da dívida, mas é necessário contratar o empréstimo com antecedência.

Por fim, verifique no edital a descrição das condições de venda, o estado de conservação, a forma de pagamento, o preço mínimo, a comissão do leiloeiro, os impostos e o modelo de contrato que será assinado pelas partes. 

Foto de Karla Mamona da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Karla Mamona

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