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Vivo tem lucro de R$ 1,3 bi no quarto tri e avança 36% em fibra ótica

PUBLICADO EM: 23.2.21 | 22H29
ATUALIZAÇÃO: 2.3.21 | 14H31
Companhia destaca resultado operacional, com aumento da base de clientes puxada por serviços com maior valor agregado

Companhia tem destaque na evolução da fibra ótica no trimestre

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Karina Souza

Repórter da Exame



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A Vivo (VIVT3) registrou lucro líquido de 1,293 bilhão de reais no quarto trimestre de 2020, valor praticamente estável em relação ao mesmo período do ano anterior -- alta de apenas 1,5%. De acordo com a companhia no documento com os números, divulgado na noite de terça-feira, 23, a redução de despesas com impostos impactou o resultado de forma positiva.

A base total de clientes cresceu também 1,5% em relação a 2019, totalizando mais de 95 milhões de acessos. Destaque para a fibra ótica no período (aumento de 36,3% em relação ao ano anterior), com 248 mil novos clientes.

O market share da companhia ficou em 33,6% em dezembro, 7,8 pontos percentuais acima do segundo colocado.

"Em um ano tão complexo, nossa estratégia foi seguir diversificando os negócios da companhia para acompanhar e atender as demandas digitais dos nossos clientes", disse Christian Gebara, presidente da Vivo no documento.

"Ampliamos nossa plataforma de parcerias e expandimos como nunca nossa cobertura com as melhores tecnologias de conexão, como fibra, 4.5G e 5G DSS. Evoluímos as receitas em fibra, serviços móveis e serviços digitais, aumentamos o lucro líquido no trimestre e batemos recorde na geração de caixa e na remuneração ao acionista", completou.

Ainda assim, no trimestre, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 11,2 bilhões, queda de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a empresa, a queda nos serviços "não-core", como voz fixa, TV por assinatura e dados corporativos, contribuíram para a queda na receita líquida fixa -- que apresentou redução de 7,7% no quarto trimestre.

Por outro lado, a receita de serviços considerados "core", como fibra ótica e dados móveis, aumentou 9,1% no período.

No resultado anual cheio, o lucro da companhia foi de R$ 4,7 bilhões, queda de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Ebitda, que mede a geração de caixa operacional, totalizou 4,8 bilhões no quarto trimestre, queda de 1,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ano, a queda também foi de 1,8%


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