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Volume negociado com ações nos EUA dispara e atinge nível perto de pico de março

PUBLICADO EM: 12.2.21 | 11H09
ATUALIZAÇÃO: 12.2.21 | 12H06
Nos últimos 20 dias, uma média de 15,8 bilhões de ações foram negociadas diariamente em todas as bolsas dos EUA, um pouco abaixo de março, quando volume foi o maior em mais de uma década

(REUTERS)

Foto de Paula Barra da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Paula Barra

Repórter de mercados da Exame. Formada em jornalismo pelo Mackenzie e pós-graduada em Produtos Financeiros e Gestão de Risco pela FIA. Especializada na cobertura do mercado financeiro, com passagens pelo InfoMoney, Empiricus e TradersClub | paula.barra@exame.com



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(Bloomberg) -- O forte ritmo das negociações com ações nos Estados Unidos não dá sinais de desaceleração e deve ultrapassar os níveis vistos durante o pior do pânico da pandemia em março.

Nos últimos 20 dias, uma média de 15,8 bilhões de ações foram negociadas diariamente em todas as bolsas dos EUA, segundo dados compilados pela Bloomberg. O volume está um pouco abaixo da média de 16,1 bilhões em 25 de março, que foi o maior em pelo menos mais de uma década, mostram os dados.

Frenesi de negociação

(Bloomberg/Bloomberg)

O salto das negociações com ações nos EUA geralmente ocorre em períodos de alta volatilidade nos mercados, como o pico visto no início do ano passado, quando temores sobre a propagação do coronavírus causaram uma onda vendedora nas bolsas. Desta vez, a volatilidade é muito mais baixa, sugerindo que o aumento da atividade de negociações é mais um sinal de exuberância no mercado acionário.

O índice S&P 500 subiu mais de 4% desde janeiro e fechou em nível recorde na quinta-feira.

Ao que parece, a explosão das negociações no mês passado e o rápido colapso das ações da varejista de videogames GameStop causaram pouco impacto no entusiasmo pela exposição à renda variável. Um indicador semelhante de euforia no mercado de opções - o volume de apostas altistas via opções de compra - também atingiu outro recorde.

“Vemos muitos sinais de especulação frenética”, disse Chris Weston, responsável por pesquisa da Pepperstone. Segundo ele, isso é parte da “explosão” desencadeada por operadores de varejo.

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Repórter de mercados da Exame. Formada em jornalismo pelo Mackenzie e pós-graduada em Produtos Financeiros e Gestão de Risco pela FIA. Especializada na cobertura do mercado financeiro, com passagens pelo InfoMoney, Empiricus e TradersClub | paula.barra@exame.com


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