MERCADOS

Minério de ferro toca mínima desde abril e o que mais move o mercado

PUBLICADO EM: 26.5.21 | 7H04
ATUALIZAÇÃO: 26.5.21 | 7H10
Bolsas internacionais apresentam leves altas, mas investidores mantém cautela m meio à alta de preços nos Estados Unidos
Transporte de minério de ferro

Transporte de minério de ferro | Foto: Rogério Reis/Exame

Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

Repórter de mercado | guilherme.guilherme@exame.com



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Os principais índices de ações sobem nesta quarta-feira, 26, com investidores voltando a avaliar o nível de inflação e seus impactos na economia americana. De um lado, membros do Federal Reserve (Fed) vêm adotando o discurso de que a inflação é passageira e não há razão para maiores preocupações. Do outro lado, as altas de preços seguem superando as estimativas. 

No último pregão, a elevação de preços do setor imobiliário chegou a estremecer a confiança depositada no Fed, com os principais índices dos Estados Unidos fechando no vermelho. Nesta manhã, o tom é ligeiramente positivo, mas ainda com grande espaço para cautela. 

No mercado de futuros americano, os índices Nasdaq, Dow Jones e S&P 500 sobem, mas não mais do 0,4%. As altas das bolsas europeias também são contidas, com o Stoxx 50 subindo apenas 0,2%. 

Minério de ferro

Apesar do ambiente internacional levemente positivo, a nova queda do minério de ferro registrada nesta madrugada pode embaralhar o mercado local, dada a grande participação da indústria do metal no Ibovespa

Nos Estados Unidos, as ADRs da Vale (VALE3) recuam cerca de 1%, após a commodity cair 6,1% na bolsa de Dalian e encerrar o pregão no menor patamar desde abril, cotado a 994 yuans (155 dólares).

As fortes quedas ocorrem em meio às tentativas de instituições chinesas de resfriar o preço do minério de ferro, que chegou a superar os 200 dólares no início do mês em um movimento considerado especulativo. Nesta quarta, as ameaças vieram da bolsa de futuros de Xangai, que, segundo a Reuters, prometeu examinar "transações anormais”.

BR Properties

A BR Properties (BRPR3) firmou um compromisso de compra com a Morro Verde visando a aquisição de futuras unidades autônomas do galpão Edifício Centauri, com área bruta alugável de 62.76m² e valor de 156,5 milhões de reais. Segundo a empresa, 18,25 milhões já foram pagos. 

Segundo fato relevante o Edifício Centauri já está pré-locado por 10 anos para uma empresa de grande porte. A previsão para o fim das obras é até o segundo trimestre de 2022. Com a aquisição, a BR Properties passará a ter 141.843 m² de área bruta alugável. Considerando sua construção em Cajamar, no interior de São Paulo, a área alugável pode chegara a 291 m².

Log-In

A empresa de logística Log-In (LOGN3) aprovou o aumento de seu capital social em 2,4 milhões de reais mediante a emissão de 358.629 ações ordinárias de subscrição particular. Seu novo capital social será de 1,339 bilhão de reais. 

Biosev de saída

A Biosev informou na última noite que seu conselho de administração aprovou o cancelamento do registro de companhia aberta junto à CVM e o cancelamento da listagem de suas ações na B3. 

Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

Repórter de mercado | guilherme.guilherme@exame.com


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