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No radar: PMIs, produção da Petrobras, balanços e o que mais move o mercado

PUBLICADO EM: 3.2.21 | 7H03
ATUALIZAÇÃO: 3.2.21 | 7H49
Resultados positivos impulsionam altas no mercado internacional; Alphabet dispara mais de 7% no pré-mercado
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Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

Repórter de mercado | guilherme.guilherme@exame.com



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As principais bolsas do mundo iniciam a quarta-feira, 3, em alta, com investidores repercutindo positivamente os últimos resultados da temporada de balanços do quarto trimestre. Dados da economia europeia também contribuem com o tom positivo nos mercados.

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Nos Estados Unidos, os principais resultados ficaram a cargo de Amazon e Alphabet, que apresentaram lucro e receita acima das expectativas. No pré-mercado, as ações da Alphabet sobem mais de 7% nesta manhã.

Por aqui, a temporada de balanços começa a ganhar forma. Depois de Cielo e Itaú, o Santander apresentou resultado nesta manhã e após o encerramento do pregão será a vez do Bradesco. Na bolsa, o Ibovespa chegou à segunda alta seguida na última sessão, mas quase apagou os ganhos devido à queda 3,96% das ações da Vale (VALE3).

Desde a primeira semana de janeiro, os papéis da mineradora acumulam perdas de 14%. A queda vem sendo impulsionada por incertezas sobre a demanda e oferta por minério de ferro na China, que vêm apresentando fortes perdas na bolsa de Dalian. Nesta quarta, o metal caiu mais 1,7%. 

PMIs 

Divulgados nesta manhã, os índices de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) referentes ao mês de janeiro saíram acima das expectativas na Europa. Mas ainda que melhor que o esperado, ficaram abaixo dos 50 pontos que delimitam a expansão da contração da atividade em relação ao mês anterior. 

Na Zona do Euro, o PMI composto ficou em 47,8 pontos ante expectativa de 47,5 pontos. Entre os principais países do continente, somente a Alemanha ficou com o PMI composto acima dos 50 pontos. Já o destaque negativo ficou com o Reino Unido, onde o índice ficou em 41,2 pontos. 

A piora da atividade econômica já era amplamente esperada, já que a Europa vem endurecendo suas medidas de isolamento para conter a pandemia do coronavírus. 

Santander

O Santander apresentou nesta manhã lucro líquido gerencial de 3,96 bilhões de reais no quarto trimestre, 6,2% superior ao registrado no mesmo período de 2019. Já a provisão de crédito para devedores duvidosos cresceu 30,2% para 15,75 bilhões de reais. Por outro lado, o índice de inadimplência acima de 90 dias foi de 2,1%, o menor da história. No período, o banco destacou seu desempenho no mercado de e-commerce, em que atingiu 25% de participação, sendo líderes na black friday.

Petrobras

A produção da Petrobras de Óleo, LGN e gás natural caiu 11,3% no quarto trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado. Frente ao trimestre anterior a queda foi de 9,1%. 

Segundo a companhia, a menor produção se deve à realização de paradas programadas, que não puderam ser feitas nos dois trimestres anteriores em função da pandemia. No ano, porém, a companhia bateu recorde de produção, superando a de 2015. 

Foto de Guilherme Guilherme da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Guilherme Guilherme

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