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Queda do minério de ferro: futuros da commodity na China reagem a restrições para produção de aço

PUBLICADO EM: 15.3.21 | 8H09
ATUALIZAÇÃO: 15.3.21 | 11H16
Pólo siderúrgico da cidade de Tangshan se comprometeu a cortar emissões de 50% durante o período de maior poluição
A man wearing a protective mask is seen inside the Shanghai Stock Exchange building, as the country is hit by a new coronavirus outbreak, at the Pudong financial district in Shanghai

Bolsa de Xangai: preços de outras matérias-primas do aço também recuaram com preocupações sobre controles adicionais à produção siderúrgica (REUTERS)

Foto de Beatriz Quesada da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Beatriz Quesada

Repórter de mercados, passou pelas redações da revista Capital Aberto e rádio BandNews FM | beatriz.quesada@exame.com



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(Reuters) - Os contratos futuros do minério de ferro na China chegaram a cair mais de 6% nesta segunda-feira, 15, após o importante pólo siderúrgico da cidade de Tangshan se comprometer com cortes de emissões de 50% durante o período de maior poluição. O governo local implementou punições a quem não implementar medidas para restringir de produção.

O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para entrega em maio, recuou 6,3% em certo momento, para 1.005 iuanes (154,55 dólares) por tonelada, menor nível desde 8 de fevereiro. O contrato encerrou com baixa de 3,5%, a 1.035 iuanes por tonelada.

Os preços de outras matérias-primas do aço também recuaram com preocupações sobre controles adicionais à produção siderúrgica.

Por outro lado, os futuros do aço na bolsa de Xangai avançaram. O vergalhão de aço na bolsa de futuros de Xangai encerrou com alta de 0,6%, a 4.787 iuanes por tonelada.

O investimento da China em imóveis e infraestrutura saltou 38,3% e 36,6%, respectivamente, nos dois primeiros meses do ano, segundo o órgão de estatísticas local. A produção industrial na segunda maior economia do mundo também superou expectativas de mercado no período janeiro-fevereiro, ajudada pela recuperação do setor de manufaturados.

Foto de Beatriz Quesada da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Beatriz Quesada

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