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MERCADOS

10 notícias para lidar com os mercados nesta quinta-feira

PUBLICADO EM: 3.5.12 | 11H18
Banco do Brasil tem lucro 14,7% menor no 1º trimestre; lucro da Gerdau cai 3% no primeiro tri e soma R$ 397 milhões
Banco do Brasil responsabiliza aumento da base de clientes

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São Paulo - Aqui está o que você precisa saber:

1 - Banco do Brasil tem lucro 14,7% menor no 1º trimestre. O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de 2,5 bilhões de reais, queda de 14,7 por cento na comparação anual, conforme dados divulgados nesta quinta-feira, em meio a maiores provisões para perdas diante da tendência de aumento da inadimplência. Sem considerar efeitos extraordinários, o maior banco do país em ativos apurou lucro recorrente de 2,7 bilhões de reais entre janeiro e março, o que equivale a recuo de 7,5 por cento ano a ano.

2- Após corte de juros, empréstimos do BB disparam.
O Banco do Brasil (BBAS3) informou que todas suas linhas de crédito com juros reduzidos dentro do programa "Bompratodos" tiveram aumento na liberação de empréstimos em abril em relação aos dados de março, com expansão que superou os 200%. No financiamento de veículos, por exemplo, a média diária passou de R$ 11 milhões antes do programa para R$ 28,7 milhões depois do corte nas taxas, alta de 156%. No BB Crediário, a alta foi de 238%.

3 - Lucro da Gerdau cai 3% no primeiro tri e soma R$ 397 milhões.
A Gerdau (GGBR4) apurou lucro líquido de R$ 397 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3% ante os R$ 409 milhões registrados no mesmo período de 2011. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) atingiu R$ 1,008 bilhão de janeiro a março, uma retração de 9% ante os R$ 1,102 bilhão contabilizados em igual trimestre de 2011. A margem Ebitda registrou recuo de 3 pontos porcentuais, para 11%.

4- Lucro líquido da Ultrapar soma R$ 191 mi no primeiro tri. A Ultrapar (UGPA3) registrou lucro líquido de 191 milhões de reais no primeiro trimestre, queda de 1 por cento ante o mesmo período do ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2011 foi registrado recuo de 13 por cento. Segundo a companhia o resultado se deu "principalmente em função de maiores custos e despesas com depreciação e amortização no primeiro trimestre de 2012, decorrentes dos maiores investimentos realizados, principalmente na Ipiranga, e ainda em processo de maturação". A queda em relação ao quarto trimestre se deu em função do efeito sazonal sobre os efeitos da Ultrapar, informou a empresa.

5 - Custo reduz captações de empresas abaixo do grau de investimento. Companhias com classificação de risco abaixo do grau de investimento estão se afastando das captações internacionais com títulos. O custo subiu ao nível mais alto em cinco meses em relação a empresas com mesma nota. A captação de US$ 350 milhões da Magnesita Refratários SA em 30 de março foi a última de uma empresa brasileira com nota abaixo de Baa3 na Moody’s Investors Service e de BBB- na Standard & Poor’s, segundo dados compilados pela Bloomberg. Títulos brasileiros com grau especulativo atualmente têm taxa de 8,4 por cento, ou 405 pontos-base a mais do que a dívida de companhias não financeiras com grau de investimento, segundo índices do Credit Suisse Group. A diferença chegou a 411 pontos-base, ou 4,11 pontos percentuais, na semana passada, a maior desde 23 de novembro.


6- BG Group vende participação na Comgás por US$ 1,8 bi. O britânico BG Group anunciou nesta quinta-feira que concluiu um acordo para a venda de 60,1% da brasileira Comgás (CGAS3) à empresa de biocombustível Cosan por 1,8 bilhão de dólares.O BG Group fez o anúncio ao mesmo tempo que revelou uma alta expressiva do lucro líquido no primeiro trimestre, ajudada pelos "sólidos" preços da energia.

7 - Juros caem com expectativa de mudança na poupança. A expectativa de que o governo anuncie a qualquer momento mudanças na remuneração da caderneta de poupança fizeram as taxas dos contratos futuros de juros desabarem em toda a curva a termo na quarta-feira. A pressão do governo sobre os juros, intensificada em discurso feito pela presidente Dilma Rousseff na segunda-feira, elevou as apostas de que a Selic, atualmente em 9,00% ao ano, cairá ainda mais em 2012 - a despeito dos temores do mercado com a inflação projetada para o ano que vem. A queda das taxas dos DIs ontem revelam certa unanimidade entre os operadores de que a Selic deve recuar 0,50 ponto porcentual na próxima reunião do Copom, no fim de maio. Além disso, a curva já indica a possibilidade, ainda que pequena, de uma redução adicional de 0,25 ponto no encontro seguinte.

8 - Espanha paga mais por títulos após rebaixamento da S&P. A Espanha captou nesta quinta-feira 2,516 bilhões de euros em uma emissão de títulos a três e cinco anos, na primeira operação desde que a agência Standard & Poor's rebaixou sua nota soberana, o que provocou o aumento das taxas de juros. Na emissão a três anos, a taxa de juros subiu a 4,037%, contra 2,617% da última operação similar, no início de março.

9 - Lucro da GM cai para US$ 1 bi, mas supera previsão.
O lucro da General Motors (GM) caiu para US$ 1 bilhão no primeiro trimestre deste ano, de US$ 3,2 bilhões no mesmo período do ano passado. Os ganhos por ação recuaram para US$ 0,93, excluindo despesas especiais no valor de US$ 0,33, de US$ 1,77 um ano antes. Apesar da queda, o resultado superou a previsão dos analistas, de US$ 0,85 por ação. A queda no lucro foi consequência de dificuldades fora da América do Norte, especialmente na Europa, e do fato de os ganhos do primeiro trimestre do ano passado terem sido impulsionados pela venda de fatias em duas subsidiárias, a Delphi Automotive e a Ally Financial. A receita da montadora cresceu 4%, para US$ 37,8 bilhões, e as margens globais aumentaram para 5,8%, de 5,6%.

10 - Lucro do banco Société Générale cai 20% no 1º trimestre.
O Société Générale disse nesta quinta-feira que seu lucro líquido caiu 20% no primeiro trimestre, para 732 milhões de euros, de 916 milhões de euros em igual período do ano passado. Apesar da queda, o resultado ainda ficou acima da previsão de lucro de 587 milhões de euros feita por analistas. A receita do Société Générale recuou 5% no primeiro trimestre, para 6,62 bilhões de euros.

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