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Bovespa sucumbe à fraqueza no exterior e recua

PUBLICADO EM: 14.4.11 | 19H00
São Paulo - A Bovespa sucumbiu à fraqueza dos mercados internacionais e encerrou em leve baixa nesta quinta-feira, embora as bolsas em Wall Street tenham conseguido um respiro no final do dia, fechando praticamente estáveis. A agenda interna não trouxe novos indicadores econômicos, o que fez com que os investidores se concentrassem mais no cenário […]
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São Paulo - A Bovespa sucumbiu à fraqueza dos mercados internacionais e encerrou em leve baixa nesta quinta-feira, embora as bolsas em Wall Street tenham conseguido um respiro no final do dia, fechando praticamente estáveis.

A agenda interna não trouxe novos indicadores econômicos, o que fez com que os investidores se concentrassem mais no cenário externo. Pesou nos Estados Unidos a preocupação com o mercado de trabalho, após aumento inesperado nos pedidos de auxílio-desemprego, e com a inflação.

Dados do governo mostraram que os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA aumentaram inesperadamente na última semana, ficando acima de 400 mil. Analistas consultados pela Reuters esperavam queda para 380 mil. [ID:nN14137011] Já o núcleo dos preços ao produtor dos Estados Unidos subiu pouco mais que o previsto em março, indicando uma pressão inflacionária maior. O índice excluindo os custos voláteis de alimentos e energia subiu 0,3 por cento em março, após uma alta de 0,2 por cento em fevereiro. Economistas ouvidos pela Reuters previam uma alta de 0,2 por cento em março. [ID:nN14137885] Ao longo do dia, Wall Street operou no terreno negativo, mas a busca por ações menos voláteis, consideradas defensivas, abriu espaço para discreta recuperação no final do pregão. As ações de energia também foram destaque, em meio ao avanço do petróleo nos EUA para acima de 108 dólares por barril.

No S&P, o declínio do índice de quase 1 por cento o colocou perto do nível de suporte, próximo a 1.300 pontos, atraindo investidores para a ponta de compra.

Após o fechamento de Nova York, o Google informou lucro por ação de 7,04 dólares no primeiro trimestre, abaixo da previsão de analistas de 8,10 dólares. As ações estenderam o declínio no after-hours.

Por aqui, a Bovespa teve uma sessão volátil, com o índice chegando a subir 0,84 por cento pela manhã. As ações PN da Petrobras caíram 0,65 por cento, a 25,98 reais.

Papéis de siderúrgicas como a Usiminas PN também sofreram, em baixa de 1,74 por cento, a 17,51 reais.

O dólar fechou em queda, derrubado pela expectativa de novos ingressos de recursos no país e em linha com a tendência da moeda nos mercados internacionais.

Os juros futuros tiveram sessão de ajustes e os DIs recuaram, mas os investidores seguem divididos sobre a magnitude do aumento da Selic na semana que vem.

Pesquisa da Reuters com 26 instituições financeiras mostrou que 14 esperam alta de 0,50 ponto, 11 veem aumento de 0,25 e uma prevê manutenção. [ID:nN13195722] Veja a variação dos principais mercados nesta quinta-feira: CÂMBIO O dólar terminou a 1,580 real, em queda de 0,69 por cento frente ao fechamento anterior.

BOVESPA

ADRs BRASILEIROS

JUROS

EURO A moeda comum europeia era cotada a 1,4489 dólar, ante 1,4440 no fechamento anterior.

GLOBAL 40 O título de referência dos mercados emergentes, o Global 40, caía para 134,375 por cento do valor de face, oferecendo rendimento de 2,557 por cento ao ano.

RISCO-PAÍS

MSCI DE BOLSAS GLOBAIS

BOLSAS DOS EUA O índice Dow Jones

PETRÓLEO Na Nymex, o contrato de petróleo de vencimento mais próximo fechou em alta de 1 dólar, a 108,11 dólares por barril.

TREASURIES DE 10 ANOS O preço dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos, referência do mercado, caía, oferecendo rendimento de 3,496 por cento ante 3,458 por cento no fechamento anterior.

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