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Companhias aéreas e Itália puxam queda de ações

PUBLICADO EM: 4.9.13 | 9H18
Ações europeias caíam, com papéis italianos sendo afetados pelas incertezas políticas domésticas, enquanto companhias de aviação sofriam com alerta da Ryanair
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Ryanair: setor de aviação ainda é afetado pela desaceleração da economia europeia, como destaca o aviso de reservas fracas da Ryanair

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São Paulo - As ações europeias caíam nesta quarta-feira, com os papéis italianos sendo afetados pelas incertezas políticas domésticas, enquanto as companhias de aviação sofriam com um alerta de lucro da Ryanair e com os riscos de um aumento dos preços do petróleo no caso de um ataque à Síria. Às 8h37, o índice FTSEurofirst 300 operava em queda de 0,42 por cento, a 1.207 pontos.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ganhou apoio dos principais membros do Congresso para um ataque à Síria e a Rússia não descartou concordar com uma ação militar se for comprovado que Damasco realizou um ataque de armas químicas.

Analistas do Société Générale estimaram que as perdas no mercado de ações serão limitadas a menos que os preços do petróleo subam para 150 dólares --ante dos cerca de 115 dólares agora-- embora setores dependentes de petróleo como o de transportes devam sofrer o impacto mais cedo.

O setor de aviação ainda é afetado pela desaceleração da economia europeia, como destaca o aviso de reservas fracas da Ryanair. A empresa também estimou que o mercado de aviação da Europa será mais fraco que o esperado nos próximos meses.

As ações da Ryanair caíam 12,5 por cento, arrastando para baixo outras companhias aéreas e fazendo do índice de viagens STOXX Europe 600 o setor com pior desempenho, com queda de 2,36 por cento.

Enquanto isso, entre as regiões da Europa, a Itália era a mais afetada, com o FTSE MIB recuando para mínima em uma semana, devido a renovadas incertezas sobre a sobrevivência do governo.

Alguns jornais italianos afirmaram, nesta quarta-feira, que Silvio Berlusconi, que enfrenta uma possível expulsão do Senado após uma condenação por fraude fiscal, estava considerando abandonar a coalisão de governo liderada por Enrico Letta.

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