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Magalu surpreende mais uma vez, BRF vê lucro cair 51% e mais 7 balanços

PUBLICADO EM: 9.11.20 | 20H45
ATUALIZAÇÃO: 9.11.20 | 20H52
Confira abaixo os principais destaques corporativos da noite desta segunda-feira
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Lucro e receita da Magazine Luiza superam estimativas do mercado no terceiro trimestre

Foto de Paula Barra da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Paula Barra

Repórter de mercados da Exame. Formada em jornalismo pelo Mackenzie e pós-graduada em Produtos Financeiros e Gestão de Risco pela FIA. Especializada na cobertura do mercado financeiro, com passagens pelo InfoMoney, Empiricus e TradersClub | paula.barra@exame.com



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A Magazine Luiza (MGLU3) teve novo recorde de vendas no terceiro trimestre deste ano. A companhia, que reportou seu balanço na noite desta segunda-feira, 9, viu suas vendas totais (incluindo marketplace) crescerem 81,2% no período, quando comparado com um ano antes, para 12,3 bilhões de reais. A receita líquida atingiu 8,3 bilhões de reais, avanço de 70,8% na mesma base de comparação e acima do consenso da Bloomberg de 7,52 bilhões de reais. O lucro líquido ajustado somou 215,9 milhões de reais no período, alta de 69,6% e também acima do consenso da Bloomberg de 137,2 milhões de reais. 

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Segundo analistas da Exame Research, esse é mais um trimestre forte da companhia. Do lado do e-commerce, eles ressaltam que o crescimento continua robusto e já responde por dois terços das vendas totais, enquanto, do lado das lojas físicas, o desempenho foi “bastante satisfatório", com o indicador de vendas nas mesmas lojas não ficando muito abaixo dos níveis vistos no terceiro trimestre do ano passado, lembrando ainda que essas unidades não funcionaram em tempo integral durante boa parte do trimestre. “Como um todo, mais um balanço acima das expectativas por parte da Magalu, com destaque para a geração de caixa operacional”, comentam. 

BRF 

A BRF (BRFS3) reportou receita líquida de 9,94 bilhões de reais no terceiro trimestre, avanço de 18% na comparação anual e acima do consenso da Bloomberg de 9,66 bilhões de reais. O lucro líquido ficou em 219 milhões no período, queda de 51% na mesma base. 

Itaúsa

A Itaúsa (ITSA4), holding que controla o Itaú, apresentou lucro líquido de 1,78 bilhão de reais no terceiro trimestre, queda de 8,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita líquida cresceu 36%, para 1,77 bilhão de reais.  

Direcional 

A Direcional (DIRR3) registrou lucro líquido de 29 milhões de reais no terceiro trimestre, alta de 12% na comparação com o mesmo período de 2019. A receita líquida somou 376 milhões de reais, avanço de 2,4% em relação a um ano antes. 

Marisa 

A Lojas Marisa (AMAR3) reportou prejuízo líquido de 124,5 milhões de reais no terceiro trimestre, 64% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, mas abaixo do consenso da Bloomberg de 168,5 milhões de reais. A receita líquida somou 540,5 milhões de reais, queda de 22,5% na mesma base de comparação. 

Vulcabras 

A Vulcabras (VULC3) apresentou lucro líquido de 43,4 milhões de reais no terceiro trimestre, avanço de 3,8% na comparação com o mesmo período de 2019. A receita líquida atingiu 382,9 milhões de reais, alta de 6,5%. 

Positivo 

A Positivo (POSI3) reportou lucro líquido de 50,3 milhões de reais no terceiro trimestre, crescimento de 455% frente ao mesmo período do ano passado. A receita líquida somou 521,7 milhões de reais, avanço de 13% na mesma base de comparação. 

São Martinho 

A São Martinho (SMTO3) teve lucro líquido 331,9 milhões no segundo trimestre do ano safra de 2020/2021, contra ganho de 61,9 milhões de reais um ano antes. A receita líquida somou 925,5 milhões de reais no período, avanço de 20% na base anual. 

Adicionalmente, a companhia informou que vai pagar juros sobre capital próprio no valor de 0,34644 por ação no dia 10 de dezembro. Os papéis passam a ser negociados ex-proventos a partir de 13 de novembro. 

Ouro Fino

A Ouro Fino (OFSA3) viu seu lucro líquido ajustado crescer 246,2% no terceiro trimestre, na comparação com um ano antes, indo para 45,7 milhões de reais. A receita líquida avançou 45,9%, para 225,2 milhões de reais. 

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Foto de Paula Barra da Editoria Exame Invest que escreveu o artigo
Paula Barra

Repórter de mercados da Exame. Formada em jornalismo pelo Mackenzie e pós-graduada em Produtos Financeiros e Gestão de Risco pela FIA. Especializada na cobertura do mercado financeiro, com passagens pelo InfoMoney, Empiricus e TradersClub | paula.barra@exame.com


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