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Indústria é destaque local; exterior traz ADP

PUBLICADO EM: 2.2.11 | 10H47
SÃO PAULO - A quarta-feira reserva aos investidores do mercado brasileiro dados do IBGE sobre a produção industrial do país e a evolução das commodities apurada pelo IC-Br do Banco Central, divulgações importantes em razão dos comentários recentes da autoridade monetária nacional sobre ambos os temas. Na ata de sua última reunião, o Copom avaliou […]
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SÃO PAULO - A quarta-feira reserva aos investidores do mercado brasileiro dados do IBGE sobre a produção industrial do país e a evolução das commodities apurada pelo IC-Br do Banco Central, divulgações importantes em razão dos comentários recentes da autoridade monetária nacional sobre ambos os temas.

Na ata de sua última reunião, o Copom avaliou como "relevantes os riscos derivados da persistência do descompasso entre as taxas de crescimento da oferta e da demanda", enquanto também destacou que "os preços de importantes commodities se elevaram, sem a contrapartida de movimentos, em sentido contrário, de ativos domésticos".

Para a produção industria, as medianas das projeções apuradas pela Reuters apontam expansão de 0,85 por cento ante novembro e crescimento de 5,3 por cento frente um ano antes. Em novembro, houve retração de 0,1 por cento e alta de 5,3 por cento, respectivamente.

No exterior, começa o feriado de Ano Novo na China e na agenda destacam-se os números da ADP sobre o mercado de trabalho norte-americano --um aperitivo antes dos números oficiais do governo sobre o comportamento da folha de pagamento não-agrícola dos Estados Unidos e a taxa de desemprego no primeiro relatório de 2011, previstos para sexta-feira.

A expectativa é de que o relatório sobre o setor privado da ADP Employer Services mostre geração de 145 mil empregos, após 297 mil contratações em dezembro.

O tom, por ora, era predominantemente positivos, com investidores ainda sob efeito de indicadores recentes sobre a atividade manufatureira global, bem como resultados corporativos. O índice MSCI para ações globais subia 0,45 por cento e o para emergentes

Na Ásia, o Nikkei

Entre as moedas, o índice DXY

De volta ao mercado local, investidores também devem monitorar informações previstas para após o fechamento dos negócios, como o resultado trimestral da Redecard e a precificação de oferta de ações da Tecnisa --empresa do setor imobiliário-- e da Magnesita --fabricante de refratários.

Veja como ficaram os principais mercados na terça-feira:

CÂMBIO

O dólar fechou a 1,664 real, em queda de 0,60 por cento frente ao fechamento anterior.

BOVESPA

O Ibovespa subiu 1,91 por cento, para 67.847 pontos. O volume financeiro na bolsa era de 6,36 bilhões de reais.

ADRs BRASILEIROS

O índice dos principais ADRs brasileiros subia 1,91 por cento perto do fechamento, a 36.041 pontos.

JUROS

No call das 16h, o DI janeiro de 2012 mostrava 12,38 por cento ao ano, mesmo nível do ajuste anterior.

EURO

A moeda comum europeia era cotada a 1,3831 dólar, ante 1,3685 dólar no fechamento anterior.

GLOBAL 40

O título de referência dos mercados emergentes, o Global 40, subiu para 135,438 por cento do valor de face, oferecendo rendimento de 2,655 por cento ao ano.

RISCO-PAÍS

O risco Brasil caía 12 pontos, para 166 pontos-básicos. O EMBI+ recuava 17 pontos, a 255 pontos-básicos.

BOLSAS DOS EUA

Perto do fechamento, o índice Dow Jones

PETRÓLEO

Na Nymex, o contrato de petróleo mais curto caiu 1,42 dólares, ou 1,54 por cento, a 90,77 dólares por barril.

TREASURIES DE 10 ANOS

O preço dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos, referência do mercado, caía, oferecendo rendimento de 3,451 por cento ante 3,374 por cento no fechamento anterior.

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