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Aluguel de apartamento aumenta 60% em dois anos

PUBLICADO EM: 31.8.11 | 12H18
Pesquisa do Crecisp aponta elevação média de 60,23% para os aluguéis em São Paulo, entre 2009 e 2011
Prédios e casas em São Paulo

O aluguel médio passou de R$ 799,65 para R$1.281,31 no período analisado

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São Paulo - O aluguel médio geral de apartamentos subiu 60,23% em São Paulo, entre o primeiro semestre de 2009 e o primeiro semestre de 2011. Esse tipo de imóvel era alugado por R$ 989,14 em 2009, e neste ano chegou a R$ 1.809,83. As casas tiveram alta menor, de 19,16%, com o aluguel médio evoluindo de R$ 611,41 em 2009, para R$ 728,53 em 2011.

O aluguel médio geral de cada semestre reflete a média dos valores de locação iniciais de todos os tipos de casas e apartamentos alugados pelas imobiliárias pesquisadas mensalmente pelo Conselho de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Crecisp) na capital paulista. Entre 2009 e 2011, o aluguel médio geral aumentou 60,23% na Capital ao passar de R$ 799,65 para R$1.281,31.

Na comparação do primeiro semestre deste ano com o primeiro de 2010, o aluguel médio geral de casas está 15,2% maior; o de apartamentos, 23,29%; e o aluguel médio geral, 22,16%.

Zona B tem maior volume de locações - Assim como aconteceu com as vendas de imóveis usados, também na locação residencial a consolidação das pesquisas Crecisp mostra uma situação diferente no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2010. O número de imóveis alugados aumentou em três das cinco zonas de valor que compõem a pesquisa, e caiu em duas delas. Em 2010, todas haviam registrado aumento do número de locações de casas e apartamentos.

Na Zona B, onde estão bairros como Alto da Lapa, Indianópolis, Jardim Marajoara, Paraíso, Pinheiros, entre outros, o número de contratos assinados no primeiro semestre de 2011 foi 24,2% maior que o do mesmo período do ano passado. Na Zona A, que tem os bairros de maior valor, o número de contratos cresceu 9,27%; e na Zona D, 0,35%. A queda foi igual a 25,42% na Zona C; e de 0,43% na Zona E.

Fiador segue na liderança das garantias - O fiador continua reinando quase absoluto, como forma de garantia preferencial nos novos contratos de locação residencial, mas vem tendo sua participação reduzida gradualmente: de 49,38% no primeiro semestre de 2009 baixou para 48,96% em 2010, e agora está em 45,75%.

O seguro de fiança permanece praticamente inalterado. Esta foi a forma de garantia adotada em 26,12% dos contratos do primeiro semestre de 2009, subiu para 27,06% em 2010, e recuou para 26,46% neste ano. Já o depósito de valor equivalente a três meses do aluguel chegou a 24,5% dos contratos em 2009, baixou para 23,89% em 2010, e no primeiro semestre deste ano subiu para 27,26%, considerando o total de novos contratos assinados nas imobiliárias pesquisadas pelo Crecisp.

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