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Banco do Brasil faz parceria com a fintech Bom Pra Crédito

PUBLICADO EM: 23.12.19 | 7H30
ATUALIZAÇÃO: 23.12.19 | 8H30
A partir de agora, correntistas do banco poderão comparar condições e contratar empréstimos pessoais por meio da plataforma digital

Ricardo Kalichsztein, presidente e fundador do Bom Pra Crédito: meta é atingir 1 bilhão de reais transacionados pela plataforma em 2020

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Natália Flach



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São Paulo - A partir de agora, os correntistas do Banco do Brasil vão poder comparar e contratar empréstimos pessoais pela plataforma da fintech Bom Pra Crédito (BPC), marketplace que faz simulação das condições oferecidas por 36 instituições financeiras. Isso será possível graças a uma parceria inédita entre o BB e o BPC. "Pela primeira vez, os clientes do Banco do Brasil vão poder contratar empréstimos pessoais em um ambiente fora do aplicativo e das agências bancárias", comenta Ricardo Kalichsztein, presidente e fundador do BPC.

A primeira oferta na plataforma será de empréstimo pessoal, o BB Crédito Automático. Na sequência, serão disponibilizadas outras linhas, como o BB Crédito Salário e crédito consignado. Para Marcos Coltri, diretor de empréstimos, financiamentos e crédito imobiliário do BB, a parceria reforça a posição de vanguarda do banco em um mercado competitivo.

De fato, o Banco do Brasil tem inovado desde que lançou sua plataforma de open banking em junho de 2017. Em agosto do ano passado, anunciou parceria com a startup de gestão empresarial ContaAzul e lançou uma API com a fintech Bxblue, que compara crédito consignado para aposentados, pensionistas e funcionários públicos.

"Em um primeiro momento, os empréstimos do BB serão ofertados apenas para correntista do banco. A expectativa é que as condições sejam, no mínimo, equivalentes às que são oferecidas nos canais tradicionais da instituição", afirma Kalichsztein.

 

A entrada do BB na plataforma deve acelerar o cumprimento da meta do BPC de quase dobrar o valor transacionado em 2020. Até 2019, a plataforma intermediou a concessão de 600 milhões de reais, e o objetivo é atingir 1 bilhão de reais no ano que vem. "Para isso, vamos ampliar o nosso escopo com a entrada de outras instituições, como fundos de investimento de direitos creditórios (Fidcs) e gestoras de fortunas", diz Kalichsztein.

Na mesma toada, a projeção é dobrar o total de usuários, passando dos atuais 7 milhões para 15 milhões no ano que vem. Essa guinada virá também do investimento em mídia offline, graças ao aporte de 35 milhões de reais, liderado pelo Grupo Globo, neste ano. Em outubro de 2018, a fintech já havia recebido um aporte de 22 milhões de reais, liderado pelo fundo Innova Capital, que já investiu em empresas como Movile.


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